A Bíblia revela que, quando estivesse próximo o fim, havia de ser feita uma obra de extensão mundial no sentido de avisar todos os moradores da Terra, para que ninguém perecesse ignorantemente. Disse Jesus que o "Evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim" (Mateus 24:14).
O Evangelho é um só desde o princípio do mundo. Tem, todavia, esse "Evangelho eterno", para cada época, uma mensagem especial. Uma foi à mensagem pregada no tempo de Noé; outra a que foi anunciada a Abraão (Gálatas 3:8); outra a que Deus mandou proclamar aos israelitas (Hebreus 4:2); outra a de João Batista; etc. Para este tempo, o Evangelho também tem mensagens especiais, que devem ser pregadas em todo o mundo antes que venha o fim, conforme predição de Jesus Cristo.
Ao apóstolo João foi mostrada, em visão, a obra de proclamação dessas mensagens evangélicas. Suas palavras, paralelas às de Cristo (Mateus 24:14), rezam assim: "E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o Evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a Terra, e a toda a nação, e tribo e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-Lhe glória; porque vinda é a hora do Seu juízo. E adorai Aquele que fez o céu, e a Terra e o mar, e as fontes das águas...." (Apocalipse 14:6 e 7).
Foto: Pessoas comemoram liberação do casamento entre pessoas do mesmo sexo em frente a suprema corte nos E.U.A
Recentemente centenas de pessoas se reuniram nos arredores da Suprema Corte, no centro de Washington, para comemorar a decisão dos juízes. Numa decisão histórica, a Suprema Corte dos Estados Unidos legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país, ferindo assim a constituição de Deus. Como informa a agência EFE, o governo do ex presidente Barack Obama já tinha manifestado abertamente sua postura a favor do casamento homossexual depois que, pela primeira vez, o próprio líder declarou apoio à causa em 2012.
Na época, Obama disse no twitter que a aprovação é um grande passo para a igualdade de direitos. "Casais de gays e lésbicas têm agora o direito de se casar, como todas as outras pessoas. O amor vence", disse o ex-presidente. Ele fez um pronunciamento à nação americana e disse que a decisão é uma "vitória para a América". A pré-candidata democrata à presidência dos EUA, Hillary Clinton, na época também comemorou a decisão em seu perfil na rede social, informou a agência de notícias Reuters/AFP.
O casamento homossexual é condenado por Deus por constituir desvio do seu plano original para as suas criaturas. O afastamento de Deus (pecado) é a causa do homossexualismo e de todas as formas de perversões (ver Romanos 1:20-32). Essas "paixões infames" fazem parte do juízo permissivo; Deus permite que elas ocorram, mas elas são frutos dos erros e desvios dos seres humanos.
O homem, ente racional, é responsável por todos os atos que pratica, pois tem de dar contas do seu procedimento. Todos sabem que têm de enfrentar a espada das autoridades superiores em caso de infração das leis do país, estabelecidas por amor à ordem civil. Alguns procedem corretamente para com os seus semelhantes, graças a um impulso instintivo; outros, porém, o fazem só pelo temor da justiça.
Mas não é só perante a sociedade que o homem é responsável. Todos nós, ricos ou pobres, grandes ou pequenos, sábios ou ignorantes, crentes ou incrédulos, teremos que comparecer ante o tribunal de Deus, para que cada qual receba segundo as suas obras.
Achando-se certa vez o apóstolo Paulo na presença do governador Felix, falou-lhe do "juízo vindouro" (Atos 24:25). E, em seu discurso no Areópago, em Atenas, disse aos seus ouvintes, que Deus "tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo" (Atos 17:31). A cristandade em geral esta questão passa por alto, quando dada a sua importância, não deveria ser ignorada por ninguém.
A Bíblia relaciona o juízo com a segunda vinda de Cristo e o fim do mundo. Os servos de Deus não poderiam ignorar o tempo desses acontecimentos. "Certamente", diz a Escritura, "o Senhor Jeová não fará coisa alguma, sem ter revelado o Seu segredo aos Seus servos, os profetas" (Amós 3:7).
Todo grande acontecimento Deus revela aos Seus servos, para que possam advertir a humanidade. O dilúvio, a destruição de Sodoma e Gomorra, a libertação dos filhos de Israel da servidão egípcia, o cativeiro babilônico, a primeira vinda de Cristo, a destruição de Jerusalém, etc., não vieram sem prévio conhecimento.
Assim, também, o juízo, a segunda vinda de Cristo e o fim do mundo, não poderiam vir sem que Deus concedesse luz aos Seus servos sobre a época e a maneira desses eventos, para que pudessem proclamar mensagens de advertência ao mundo. É que Deus, na Sua grande misericórdia, não envia Seus juízos vingativos sobre a humanidade impenitente, sem concita-la primeiro ao arrependimento. "O Senhor não retarda a Sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se" (2 Pedro 3:9).
Fonte dessa matéria: Júlio César Prado( jornalista)



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